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São João del-Rei
quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Crônica

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DE PALITO EM PALITO, TEM PORRINHA NO BOTEQUIM

Aos gritos, de punhos fechados, os oponentes se observam avaliando os adversários. A tensão está presente no ar. A arena onde a disputa ocorre é uma mesa de bar, com calendários desbotados como decoração e garrafas de variadas bebidas em prateleiras nas paredes. Compondo a cena, garrafas de cerveja, copos pela metade, um prato com tira gosto esfriando, espalhados na mesa.

CRÔNICA: O CONDUTOR DE CORTEJOS FÚNEBRES

O sujeito era uma figuraça. O que nele chamava mesmo atenção era sua fixação pelos velórios. Tenho a impressão de que ele ia a todos. Chegava sempre perto do final, quase na hora de sair o enterro.

CRÔNICA: O PLANETA TERRA PÓS PANDEMIA

As medidas de distanciamento adotadas durante a pandemia do coronavírus exigem que o ser humano se reinvente em todos os âmbitos da vida.

CRÔNICA: UM DIA DE CADA VEZ, UMA RECEITA POR VEZ

Cozinhar foi uma das boas coisas que me aconteceram nessa quarentena. Digo quarentena e não pandemia, porque na pandemia nada de bom ainda se pode experimentar.

CRÔNICA: ALÔ, ALÔ GILBERTO GIL, AQUELE ABRAÇO! ALÔ, ALÔ MEUS AMIGOS, AQUELE ABRAÇO!

"Ando sentindo muita falta de abraços. De encontrar alguém, de trocarmos um abraço afetuoso, sem medo de contágios e infecções." Confira o texto de André Frigo.

CRÔNICA: COM VIVA EMOÇÃO

Creio ter ouvido mil vezes nosso pai contar a história do jogo entre Olympic e Botafogo – que deve ter acontecido no início de 58, se não lhe falha a memória – enquanto tomava café, à cabeceira, após o ajantarado de domingo.

CRÔNICA: UM HOMEM AFICIONADO E APTO

Todos queremos que a pandemia passe e temos que ter esperança. A esperança é a alma dos tolos, dos afoitos e dos crédulos, também – dizem céticos e estoicos. Mas é bom observar a reflexão de Eric Hobsbawn, quando acabou a guerra, em 1945: em 39, ninguém poderia imaginar o sofrimento humano que a guerra traria, até que a guerra aconteceu.

CRÔNICA: QUE O NOVO NORMAL SEJA ETERNO ENQUANTO DURE

E agora? Um micróbio mordeu o calcanhar de Aquiles do nosso modo de vida: a velocidade dos ponteiros digitais da nossa sociedade. Assistimos boquiabertos a parada de coisas que nos fizeram crer que não poderiam nem deveriam parar. Muitas cessaram do dia pra noite.

CRÔNICA: QUANDO O INCÔMODO GANHA MAIS ESPAÇO…

Em uma carta fictícia, João Vitor Pereira fala das dores e mudanças dos tempos de pandemia. Confira.

CRÔNICA: NORMAL PARA QUEM?

Toda essa instabilidade nos faz pensar como será o amanhã. Como será quando a Covid-19 for controlada e, enfim, pudermos retomar os antigos e saudosos costumes? Fica aí uma questão para qual todos e todas querem uma resposta.

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