

Redação
Notícias Gerais
De acordo com boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) neste domingo (21), Minas Gerais registra – até este momento – 27.641 casos confirmados de Covid-19. Desses, 16.446 estão recuperados e 661 correspondem a pessoas que tiveram o diagnóstico positivo da doença e vieram a falecer.
A SES aponta que, dos 853 municípios mineiros, 630 já possuem ocorrências de infectados confirmados com o novo coronavírus. Isso significa que cerca de 73,8% das cidades do estado tem, pelo menos, um paciente com a doença.
Perfil dos mineiros que faleceram por Covid-19
Conforme consta no informe da SES, a principal faixa de idade dos mineiros que faleceram por Covid-19 é acima de 60 anos: já foram 487 mortes.
Em seguida, vem os indivíduos entre 50 e 59 anos, com 91 falecimentos; 40 a 49 anos, com 49 mortes; e 30 a 39, com 20 mortes.
Até então, treze pessoas com idades entre 20 e 29 anos já vieram a óbito, bem como um infectado entre 10 e 19 anos.
A maior parte deles era do sexo masculino (54%) e tinham outras comorbidades (84%). Entre as principais, estão: hipertensão, doença cardiovascular, diabetes, pneumopatia, obesidade, doença neurológica, doença renal e imunosupressão.
A chegada do pico
A proximidade do pico da pandemia tem preocupado as autoridades mineiras.
Durante entrevista nessa semana, o governador Romeu Zema (NOVO) chegou a indicar que seria em meados de julho.
Já o chefe de gabinete da SES, em coletiva de imprensa on-line na sexta (19), confirmou a previsão para o dia 15 de julho. No entanto, “esta previsão pode vir a ser postergada, caso a sociedade seja diligente, como pode vir a ser antecipada, se relaxarmos nas nossas medidas”, citou.
Pinho ainda revelou que o Governo de Minas iniciou a criação de um protocolo de lockdown, ou seja, isolamento total.
“Há aproximadamente dez dias, começamos a criar um protocolo para lockdown, junto à Polícia Militar, Defesa Civil e ao Corpo de Bombeiro Militar. Não é para o estado todo e esperamos não precisar usar. O trabalho conjunto estuda como deverá ser, caso haja a necessidade de vir a restringir as atividades e o nosso ir e vir, de forma mais efetiva que a onda verde do Minas Consciente. Caso algum município ou região tenha piora ainda mais expressiva nas próximas semanas, infelizmente a gente pode ter que recomendá-lo ou ser um pouco mais incisivo nesse ponto”, reforçou Pinho.
Um fator que também aflige os profissionais é a questão de ocupação dos leitos em Minas Gerais: na ocasião, estava em 88,44%.
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