

Kamila Amaral
Notícias Gerais
Das mais de 60 fábricas de biscoito de São Tiago, 20 são filiadas à Assabiscoito. Após o período de dificuldade nas vendas, registrado nos primeiros meses da pandemia da Covid-19, a associação tem percebido uma retomada da estabilidade das atividades comerciais das fábricas filiadas.
“O início da pandemia foi muito ruim para gente. Como a gente tem um grande volume de vendas em BR, em mercados de outros estados também, deu uma caída. Em torno de 70% das vendas de todas as fábricas da cidade associadas”, afirma o presidente da Assabiscoito, Sebastião Rondon de Assis.
No entanto, nos últimos dois meses, após a maior flexibilização das atividades econômicas em Minas Gerais, as vendas praticamente voltaram ao que eram antes da pandemia.
O novo cenário da venda dos biscoitos contribui, e muito, para a economia local, uma vez que, segundo estimativa da associação, 70% do faturamento mensal do município vem da comercialização desse produto.
Administração Municipal
Com a aproximação das eleições municipais, a Assabiscoito deixa claro que espera poder contar com o apoio da próxima administração municipal, seja ela qual for, na forma de incentivo concreto ao trabalho das fábricas.
O presidente da Assabiscoito avalia que nós últimos oito anos a Prefeitura Municipal de São Tiago tem se dedicado mais a apoiar os produtores, seja na divulgação do produto local ou no contato e parceria com instituições federais de incentivo.
“Sobre a futura administração, o que a gente pede é apoio, um apoio da administração futura para a gente mesmo no geral de estrutura, de nos apoiar com estrutura, no que vem assim nas verbas e que possa ser transmitida na festa (do Café com Biscoito). O que a gente tem hoje? A gente não tem um condomínio industrial, o que a gente mais precisa seria isso”, afirma Rondon.
Segundo ele, apesar do grande potencial encontrado na cidade, essa falta de estrutura física prejudica o crescimento das fábricas e expansão dos negócios. “Muitas fábricas hoje não filiam, não se registram e não crescem por falta desse tipo de apoio. Porque ou elas têm dinheiro para construir o imóvel ou tem dinheiro para comprar o terreno”, esclarece.
Com a consciência de que a construção de um condomínio industrial não seria um processo simples, visto que a cidade não possui um espaço livre apropriado para isso, o presidente da associação destaca que essa é a principal demanda das fábricas da cidade atualmente e que, mesmo que isso gere transtornos em outras áreas, em algum momento a administração municipal de São Tiago terá que agir efetivamente sobre isso e “comprar essa briga”.
Gostei do assunto de sua publicação, gostaria de ver se é pertinente de divulgar em meu site que é:
http://www.planosdesaudehdm.com.br
Sds.
Hermes Dagoberto