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SECRETARIA DE SAÚDE DE MG ORIENTA O ADIAMENTO DE CIRURGIAS ELETIVAS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA

Foto: Gil Leonardi / Imprensa MG

Carol Rodrigues
Notícias Gerais

Em Minas Gerais, está sendo difícil encontrar medicamentos como sedativos e relaxantes musculares para abastecer os hospitais. Assim, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) orienta o adiamento de todas as cirurgias eletivas não urgentes, tanto na rede pública quanto na rede privada.

Com o avanço da pandemia causada pela Covid-19, diversos insumos hospitalares subiram de preço – ou até mesmo desapareceram do mercado, como máscaras e respiradores, que é o nome popular de aparelhos de ventilação mecânica. Agora, a oferta escassa de medicamentos também ameaça a saúde pública e o enfrentamento ao novo coronavírus.

“A dificuldade na compra de sedativos e relaxantes musculares, indispensáveis para a intubação de pacientes, pode comprometer o atendimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG que necessitam de tratamento em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), mesmo com o aumento da oferta de respiradores”, diz o comunicado do Governo do Estado de Minas Gerais, que a reportagem teve acesso.

Mesmo com a diminuição considerável de procedimentos eletivos – ou seja, aqueles agendados, que não são feitos em situação de emergência – por determinação do Estado, a recente dificuldade de conseguir medicamentos anestésicos pode afetar tratamentos de urgência, principalmente na rede pública.

De acordo com o informe estadual, a baixa disponibilidade desses medicamentos no mercado se deve – principalmente – ao fato de que a rede particular de Saúde ainda está oferecendo cirurgias eletivas e, assim, canalizando todos os insumos acessíveis.

Em Barbacena, medicamentos ainda não são preocupação

O Notícias Gerais entrou em contato com a secretária de Saúde de Barbacena, Marcilene Dornellas, os hospitais do município ainda não sofrem com ausência de sedativos e anestésicos. “Aqui não está faltando porque nos organizamos, mas o mercado está escasso”, pontua.

Segundo a secretária, a prefeitura e os hospitais da cidade tem um “plano operativo”, no qual as próprias instituições de saúde fazem a compra dos remédios mediante subsídio de recursos financeiros e apoio da administração municipal.

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