Início Gerais Política SJDR: MANIFESTANTES VÃO ÀS RUAS EM TERCEIRO ATO CONTRA O GOVERNO BOLSONARO

SJDR: MANIFESTANTES VÃO ÀS RUAS EM TERCEIRO ATO CONTRA O GOVERNO BOLSONARO

Ato “Fora Bolsonaro” realizado neste sábado (3), em São João del-Rei. Foto: Marcius Barcelos – cedida ao NG.

Kamila Amaral
Notícias Gerais

Desde o mês de maio, partidos políticos, sindicatos, movimentos sociais e diversas outras entidades estão promovendo atos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em diversas cidades do país. Em São João del-Rei, parte da população tem aderido ao movimento e ido às ruas pelo “Fora Bolsonaro”. 

Neste sábado (3), não foi diferente. Os manifestantes, que se reuniram em frente ao Teatro Municipal, circularam pelas ruas dos bairros Centro e Tijuco e se dispersaram, encerrando a mobilização, no Largo São Francisco. 

Com palavras de ordem como “Fora Bolsonaro Genocida”, a mobilização tem como principal reivindicação o impeachment do atual governo, a vacinação em massa de toda a população contra Covid-19, o combate ao desmonte da educação e demais serviços públicos. 

“Hoje o Governo Bolsonaro é o maior responsável pela disseminação da pandemia no nosso país, é o maior responsável pelas mortes e também o maior responsável pelo desemprego e a crise instaurada no nosso país”, disse o diretor de comunicação da subsede do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), em São João del-Rei, André Nogueira. 

O Movimento Negro de São João del-Rei voltou sua fala para como as desigualdades raciais podem ser percebidas, ainda mais claramente, durante a pandemia da Covid-19. Enquanto boa parte dos casos e mortes pela doença, em São João del-Rei, estão concentrados nos bairros periféricos, onde reside a maior parte da população não branca da cidade, entre o público já vacinado contra a Covid-19, apenas 9% são pessoas pretas. 

“A gente gostaria de chamar a atenção para essa demanda e contamos com o apoio de todos para lutar por essa igualdade, para que essa disparidade termine e que o nosso povo deixe de morrer”, disse um dos integrantes do movimento.

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