

Assessoria de Comunicação do Unilavras
O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do Unilavras representa, na manhã desta sexta-feira (23), a família de Irene Borges, ex-funcionária da Instituição que foi assassinada pelo marido, há um ano.
Três advogadas do curso de Direito do Unilavras estão cuidando do caso, desde o início. Walkíria Castanheira, Adriane Patrícia e Nayara Marques estarão no júri popular representando a família da vítima.
Irene tinha 53 anos e foi encontrada morta em casa na manhã do dia 15 de julho de 2019. Ela morava no bairro Novo Horizonte, em Lavras.
Valdo Antônio, réu no processo, não aceitava a separação, o que motivou o feminicídio. O Unilavras presta apoio à família de Irene com o acompanhamento através do NPJ.
Adiado
Na tarde desta sexta-feira (23) as advogadas que representam a família da vítima informaram ao Notícias Gerais que o julgamento foi adiado para o dia 4 de dezembro.
O adiamento ocorreu devido ao não comparecimento de duas, das quinze, pessoas que foram chamadas para compor o júri. A multa aplicada em casos como esse é de dez salários mínimos.